se não soubesse as luzes
se não cogitasse esperanças
se mantivesse a amargura
se só gozasse discrepância
o que seria de mim, deus meu,
gota-dágua no espaço
núcleo- duro do desengano
matriz do descompasso?
Comentário por pedro pan — 28 de agosto de 2006 (21:49)
, fé que camilo aparecerá. com seus textos. suas palavras… , saudade de você também poeta. de seus poemas que tanto admiro… |abraços meus|
Comentário por marcos pardim — 29 de agosto de 2006 (10:52)
o que seria de nós, meu caro camilo, não sei. nem faço a menor idéia. mas sei, e isso, creia, não me é pouca coisa, de que de todas as muletas que me foram oferecidas, fé foi a única que ainda restou. 1 abraço
Comentário por Márcia — 24 de setembro de 2006 (13:43)
saudade de vc, camilo. muita.
beijo!
Comentário por Edilson Pantoja — 9 de janeiro de 2007 (14:29)
A esperança é fôlego, amigo! Abraço!
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Comentário por pedro pan — 28 de agosto de 2006 (21:49)
, fé que camilo aparecerá. com seus textos. suas palavras…
, saudade de você também poeta. de seus poemas que tanto admiro…
|abraços meus|
Comentário por marcos pardim — 29 de agosto de 2006 (10:52)
o que seria de nós, meu caro camilo, não sei. nem faço a menor idéia. mas sei, e isso, creia, não me é pouca coisa, de que de todas as muletas que me foram oferecidas, fé foi a única que ainda restou. 1 abraço
Comentário por Márcia — 24 de setembro de 2006 (13:43)
saudade de vc, camilo. muita.
beijo!
Comentário por Edilson Pantoja — 9 de janeiro de 2007 (14:29)
A esperança é fôlego, amigo! Abraço!